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Vida de Autista

Eu sou Autista

Daniela Sales


Eu sou a Dani e no final de 2017 ouvi da minha terapeuta o diagnóstico que mudou minha vida. Fui diagnosticada com TEA - Transtorno do Espectro Autista, no meu grau antes chamado Síndrome de Asperger.
Após o diagnóstico, aos 42 anos de idade, finalmente conheci a mim mesma e então resolvi abraçar a causa do autismo na vida adulta. Existem milhares de autistas sem o diagnóstico sofrendo nos consultórios, usando antidepressivos, ansiolíticos e toda e qualquer droga que torne a vida mais leve.
No Instagram, no YouTube e aqui no site conto um pouco das minhas experiências e descobertas sobre esse mundo tão fascinante do autismo. Ser diferente é normal :)

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Consultoria Empresarial, Palestras e Treinamentos


A consultoria é feita por mim, autista, grau leve com formação em Administração de Empresas e ampla experiência no mercado. É voltada para microempresas, empresas de pequeno porte e MEI (Microempreendedor individual) de qualquer segmento de atuação. Um grande diferencial é minha visão como profissional e empreendedora dentro do TEA. Essa visão é ideal para o autista que deseja se tornar empreendedor ou que já tem uma empresa ou ainda para a empresa que deseja incluir o autista como público alvo ou que tem ou quer ter profissionais autistas nas vagas PCD. Palestras de conscientização em empresas ou escolas e treinamentos para inclusão do profissional autista nas organizações.
Entre em contato para mais informações e orçamentos.



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  • Coluna do Pádua: UMA FAMÍLIA DISFUNCIONAL EM PLENO NATAL

    Coluna do Pádua: UMA FAMÍLIA DISFUNCIONAL EM PLENO NATAL

     


    UMA FAMÍLIA DISFUNCIONAL EM PLENO NATAL
    “ESQUECERAM DE MIM” APÓS 30 ANOS

    Olá, pessoal do site! Há quanto tempo, não?

    Estamos em pleno setembro amarelo, é verdade. Mas hoje, falaremos sobre um assunto que, embora não seja tão citado quanto as pautas de depressão e suicídio (sobre o qual já escrevi para este site, aliás), não é menos importante, já que por muitas vezes é evitado. Afinal, envolve um pesado tabu: a família. O ambiente familiar é um dos entes mais importantes da sociedade. Na natureza os animais aprendem a caçar e a sobreviver junto com pai, mãe e irmãos, portanto a família se faz importantíssima para a sobrevivência em seus níveis mais deterministas. Na vida em sociedade, entretanto, ela é ainda mais importante. Numa estrutura social e de relacionamentos, a família é, predominantemente, o principal alicerce de um ser humano, de onde ele ascenderá para a vida como um ser social, a quem são conferidos direitos e deveres. É ali onde ele primeiro nasce, cresce e se desenvolve.

    Mas... e quando a família é problemática? Quando, em vez de encontrar as melhores condições para o desenvolvimento nas fases iniciais da nossa vida, encontramos indiferença, maus tratos, brigas e até ódio daqueles que deveriam nos amar e olhar por nós?

    E como seria se este assunto fosse tratado de forma sutil e até lúdica por um dos melhores filmes de natal da história?

    “Esqueceram de Mim” nos trouxe essa resposta de forma sutil e divertida, porém tratada com a devida sensibilidade que o tema merece. O filme completa nada menos do que 30 anos em dezembro deste ano e, mesmo depois de tanto tempo, ainda há lições a apreender dessa maravilhosa obra.

    Na trama, a família McCallister viaja para Paris, mas esquece seu filho pequeno Kevin McCallister, de apenas oito anos, sozinho em casa. Essa é a premissa: simples e objetiva, mas que já dá ao espectador uma boa noção do parafuso solto nessa família. Afinal, quem vai viajar e simplesmente esquece um dos filhos em casa? Mas não para por aí: nos diálogos entre os personagens, “Esqueceram de Mim” ainda nos brinda com o nível de descaso ao qual Kevin está submetido enquanto membro mais frágil da família e, portanto, o bode expiatório de todos. E o pior é que Kevin sabe dessa posição. O garoto sofre com a indiferença do pai e o bullying pesado dos irmãos e dos tios. Ele é debochado pelos irmãos até mesmo por não saber fazer a própria mala sozinho (ele tem oito anos, lembremo-nos). A mãe, por sua vez, não é menos odiosa. Após uma briga com o irmão mais velho, Buzz, onde ele claramente teve razão ao reagir de forma furiosa, a mãe o culpa por “causar problemas” em vez de lhe dar apoio ou compreender suas dificuldades e limitações (já falei que ele tem oito anos?) e o obriga a dormir sozinho no compartimento mais alto da casa como castigo. 

    Sim, colocando dessa forma, “Esqueceram de Mim” mais parece um filme de drama do que uma comédia natalina. Mas fica pior. Ao constatar que esqueceu o filho em casa, a mãe tem noção da gravidade e tem uma crise de consciência, mas o pai apenas reage dizendo “nós não esquecemos, nós só contamos errado”. Não preciso dizer mais nada.

    Felizmente, o longa-metragem não vai além disso nas provocações sobre famílias disfuncionais. Afinal, apesar de tudo, estamos falando de um filme de comédia natalina para o público infantil. Mas “Esqueceram de Mim” é, sem dúvida, um marco nesse gênero fílmico, pois, junto com “Matilda” (filme do qual pretendo escrever um texto posteriormente também), faz parte de uma safra de filmes cujos diretores e roteiristas não subestimam a inteligência dos espectadores, mesmo sendo mirins. No fim das contas, as crianças entendem muito bem as coisas. Basta saber explicar de uma forma que elas entendam. 

    A divertida aventura que se sucede à premissa compensa de forma satisfatória o pesado início, com Kevin nos trazendo o regozijo de uma criança que finalmente realiza a fantasia da liberdade à revelia dos pais (que toda criança desenvolve em maior ou menor nível), mas também aprendendo importantes lições sobre responsabilidade – a contraparte necessária para contrabalancear a liberdade - e sobre não julgar as pessoas pelas aparências (sou ateu, mas a cena da Igreja me arrepia até hoje). Além disso, temos a catarse nas cenas finais, quando Kevin desconta toda a raiva e frustração que sente com sua família nos bandidos que tentam assaltar sua casa, através de armadilhas elaboradíssimas e bem sacadas que, apesar de um tanto violentas (quase uma versão infantil de “Jogos Mortais”), são suavizadas com efeitos cômicos engraçadíssimos.

    No fim, “Esqueceram de Mim” é uma excelente experiência para absolutamente todos os públicos, de todas as faixas etárias. Traz importante dose de reflexão como uma comédia dramática, mas diverte à beça como uma comédia natalina. Um clássico.

    Nota: 9,0


    Sobre o autor:
    Meu nome é Pádua, tenho 27 anos e sou autista. Sou fotógrafo e amo o que faço! Nas horas vagas, gosto de escrever, pois considero uma atividade super divertida e produtiva. Aproveitem a coluna sem moderação!

    Blog pessoal http://flertingcrazyness.blogspot.com 
    Instagram Pessoal https://www.instagram.com/greatwhitepadua/
    Instagram I https://www.instagram.com/antoniodepaduaimagem/ 
    Instagram II https://www.instagram.com/antoniodepaduaimagens/

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    O autismo e a Seletividade Alimentar

    A seletividade alimentar é definida pela rejeição alimentar, falta de apetite e de interesse por um determinado alimento.

    Todos os indivíduos possuem preferências e rejeições alimentares, mas no caso do TEA (Transtorno do Espectro Autista) isso se intensifica, pois nós não gostamos de um determinado alimento devido ao seu aroma, textura, cor, formato e outros fatores. 

    Ou gostamos excessivamente de um determinado alimento e só queremos comê-lo, levando a uma alimentação monótona sem variedades alimentares. Esse tipo de atitude pode acarretar diversos tipos de malefícios entre eles a carências de vitaminas e minerais, constipação, fraqueza corporal, pele seca, queda de cabelo, entre outros sintomas.

    Gostaria que vocês deixassem nos comentários que alimentos são as suas preferências e/ou rejeições alimentares. Se tiver algumas histórias relacionadas com um determinado alimento e quiser compartilhar com a gente, sinta-se a vontade.


    Sobre o autor:
    Meu nome é Natália B. Q. de Morais e faço parte da Liga dos Autistas
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    Guia Prático para autistas adultos: Como não surtar em situações do cotidiano.

    Sinopse: Neste guia você não vai encontrar técnicas ou fórmulas mágicas, pois o que escrevi aqui são experiências reais e servem de base para que você entenda como meu cérebro autista funciona na prática. Aqui você será espectador e verá a vida através do olhar de quem sente na pele as mesmas sensações que você. Sempre com leveza e bom humor te ensino a não surtar nesse mundo onde a gente se sente um E.T.

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